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Minha História

janeiro 10, 2013

Por: Cabrito

Antes de tudo, deixem que eu me apresente. Meu nome é Cabrito. Nasci em Mossoró, metade do caminho entre Natal e Fortaleza. Morei no mato o tempo suficiente para conhecer os prazeres da vida. Meu pai tinha um pequeno sítio. Criava alguns animais e plantava algumas coisinhas para garantir o sustento da família. Foi nesse ambiente bem natural que conheci o amor.

Fulô era o nome dela. Era uma cabritinha safada e gostosa. Seu pelo era curto, meio acinzentado, e o rabinho era cotó. Um amigo de infância que hoje mora em Brasília, Batista, foi quem me apresentou a Fulô. Ele já namorava uma prima dela, a jumenta Roxinha. Com Fulô foi que eu perdi a virgindade. Mas, alguns anos depois, nossa paixão diminuiu. Quando o amor acabou, caí na gandaia. Comi praticamente todas as jumentas da nossa fazenda e das vizinhanças. Mesmo trocando os caprinos pelos equinos, pelo fato desse meu relacionamento com Fulô, fui contemplado com o apelido de Cabrito, que me acompanha até hoje.

Talvez por isso eu nunca tenha esquecido de Fulô. Nem quando, para variar, andei me especializando em chupar buceta de mulher. Chupei tantas, nesses tempos de menino, que meu queixo afinou. Até hoje ainda tenho o queixo fino. Um médico disse que se eu largasse esse vício de chupar buceta, meu queixo alargaria. Como esse problema não me incomoda, continuo o mesmo chupão de tabaco de sempre.

Falei da minha infância antes de contar como se deu o meu nascimento. Minha mãe, como vocês devem ter deduzido, trabalhava na zona rural. Porém (talvez por essa vocês não esperassem), ela fazia uns bicos na zona do meretrício, também. Pelo menos três noites na semana, ela dava expediente no “Cabaré de Camila Cai de Quatro”.

Em uma dessas ocasiões, quando minha mãe estava cagando. Foi quando nasci, caindo direto na latrina. Só não me afoguei naquela mistura de mijo e merda, por estar preso ao cordão umbilical. Talvez por isso eu tenha hoje uma predileção especial por um furico. Instintivamente recordo dos primeiros cheiros que experimentei nesse planeta.

Praticamente em todas as vezes que estou fodendo uma bucetinha, peço à dona desse buraco de carne para visitar o vizinho do lado. Um cuzinho fedorento e arrochado me deixa louco. Alguns deles, quando dou uma catucada mais funda, peidam de felicidade! Quando tiro meu cacete que vem com aquele auréola de bosta, é como se estivesse chegando ao paraíso.

Já rapazinho, devido aos meus antecedentes, eu só pensava em sacanagem. Morando em Natal, passei a ser reconhecido, para meu orgulho, como “o rei da punheta”. Só me afastei um pouco da prática desse prazer solitário quando me amiguei com uma lourinha que adorava foder. Sua especialidade era chupar. Porém, o que eu mais gostava era quando eu a estava enrabando e ela urrava seguidas vezes: “ai, painho, quero obrar”.

Hoje sou compositor e cantor em busca do sucesso. Estava quase desistindo da carreira quando conheci, lá no “Puteiro do Gancho”, uma quenga com o nome de guerra de Cecile de Volanges. Ela e sua parceira de profissão, Lilith Quevara, me contaram sobre esse blog e falaram que eu poderia divulgar meu trabalho por aqui. Dependendo da repercussão, se entrar alguma grana, volto lá no cabaré para foder as duas. Até porque elas têm dois pés de rabo gostosos pra caralho!

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