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O dia em que o Doutor PEQUENO atolou o dedo no meu cu

junho 4, 2011

Por: Antonio Buceta de Carvalho, um nome para todos os gostos

 

Não digo isso para cobrar os parabéns, mas completei 45 anos na semana passada. Essa idade, pra homem, é foda! É quando chega o momento de ele se submeter ao escroto exame da próstata. Lógico que tem cara que, para não se traumatizar depois de velho com o dedo do proctologista, prefere começar a experimentar a rola de amigos e desconhecidos desde a adolescência, para não ter problemas nessa fase crucial da vida do ser macho. Aliás, nem sei porque até hoje não defenderam essa tese para justificar o homossexualismo masCUlino. O cara encara rola a vida toda para não se traumatizar com o toque na próstata, depois de velho. Mas deixarei o boga dos outros para lá para tratar apenas e exclusivamente do meu.

Escolhi o meu proctologista depois de muita pesquisa: dr. João Pequeno, natural de Guajará-Mirim, município de Rondônia. Fui tranquilo para o consultório. O fato de o médico ser chamado de doutor Pequeno, ter nascido em uma cidade que trás Mirim no sobrenome, localizada em Rondônia (terra que não é conhecida por ser a naturalidade de gigantes), era a garantia de que no pós-exame eu permaneceria com minhas principais pregas anais intactas. Sim, tenho que confessar agora que meu CU era quase zerado. Não fosse uma antiga namorada que era chegada numa ligação direta, eu poderia jurar que tinha passado a vida inteira tratando minha prega mór e as cirCUnvizinhas como quem trata a um filho. Para os leitores terem uma ideia, quando me alistei no Exército recebi, além da nota máxima, menção honrosa no teste da goma. Guardo até hoje, com orgulho, o troféu com o qual me homenagearam: uma reprodução em argila do resultado da sentada que dei com meu furico na goma fresca.

Mas, enCUrtando a conversa, quando fui recebido pelo doutor Pequeno em seu consultório, quase sofri um enfarte. Juro que ao entrar naquela sala, nem reparei se as paredes eram pintadas de branco, se havia computador, cadeiras, mesa… Também nem prestei atenção se o médico era novo, velho ou coisa parecida. Como se fosse um zoom automático, meus olhos focalizaram imediatamente as mãos, e mais particularmente, o dedo indicador daquele animal. Para uma pomba, aquele dedo só faltava o orifício de urinar! E tinha a vantagem (no caso de quem aprecia um cacete) de não amolecer e nem diminuir de tamanho depois do “serviço prestado”. O cara chegou com uma conversa de “cerca lourenço”. Semelhante a como eu faço quando quero comer uma mulher. “O exame de sangue que mede o PSA dá uma segurança de 33% no resultado final. A ecografia da próstata dá mais 33%. O toque também responde por 33%. Então, para você ter 99% de segurança de que não está com um tumor na próstata, tem que ser submetido a esses três testes”.

Dito isso, o miserável foi logo mandando eu tirar a roupa e botar um babydoll unissex daqueles que costumam usar hospital. Em seguida, mandou eu subir em uma cama. “Agora você se ajoelhe como se estivesse orando em direção a Meca e encoste o queixo na cama”. Meu amigo donzelo que nunca experimentou essa posição. No instante em que o queixo trisca no lençol da cama, o cu abre como se fosse um olho despertando. No instante em que a flor do boga se abriu toda para exalar seu característico perfume, o Doutor Pequeno, já com a mão calçada com uma luva de látex, enfiou o indicador canal adentro, rompendo todos os obstáculos pregais acumulados e preservados com carinho durante tantos anos de vida. Que sensação esquisita! É como um tsunami. Enquanto o dedo ingressa e começa a desbravar a caverna anal, milhões de pensamentos empanturram a cabeça que comanda aquele cu donzelo. No caso do doutor Pequeno – aquele grande filhodaputa – foi pior. Ele com o indicador atolado no meu fiofó, começou a puxar conversa, o escroto. Felizmente ele aceitou meu argumento: “doutor, termine logo o serviço, depois a gente bate papo”.

Depois que o miserável retirou todo aquele dedo do meu cu, que me vesti e sentei na mesa, para ouvir o veredicto, veio a parte cômica da história. Quando senti aquela coisa molhada escorrer regada abaixo, imediatamente pensei: “que ótimo, caguei o dedo desse corno”. Ele tinha atolado o dedo no meu cu, mas, para preservar minha honra, eu tinha cagado o dedo dele! Saí triunfante do consultório. Por nojo, me esquivei de apertar a mão do Doutor Pequeno, quando ele me conduziu até a porta. Porém, a sensação de triunfo durou pouco. Ao sair da sala, procurei um banheiro. Lá constatei que não era bosta que tinha saído do meu cu, mas a vaselina que ele tinha usado para enfiar aquele dedo-pomba no meu boga. Estou pensando seriamente em devolver o diploma que recebi do Exército Brasileiro. O que vocês acham?

4 Comentários leave one →
  1. Jacilda Buceta de Carvalho permalink
    junho 4, 2011 11:23 am

    Pai, eu não sei porque esse drama todo. Pelo que eu saiba, mamãe já enfia o NUNCHAKU no teu cu desde quando eu tinha três anos de idade. A quem você quer enganar? Esse cu velho já recebe rola desde a época de suas andanças pelo Exército Brasileiro.

    Sua benção,

    Jaci

    • Antonio Buceta de Carvalho permalink
      junho 4, 2011 11:28 am

      Essa quenga mirim continua a me perseguir. Comi a mãe dela em um carnaval. Outros tantos plantaram a madeira na quenga-mór. E essa aprendiz de rapariga me persegue há ânus querendo que eu assuma a paternidade. Já propus irmos ao DNA do Ratinho. A quenga-mãe não topa. Quem tem rastro de rola no cu é seu pai verdadeiro, sua quenga ruim!!!!!

  2. Uma vizinha dos Buceta de Carvalho permalink
    junho 4, 2011 2:04 pm

    Deixa de onda, Toinho… Todo mundo aqui sabe que tu adoras um pau, um salame, um inhame, garrafa de guaraná… Qualquer coisa que te caiba neste cu que não tem pregas deste a Revolução CUbana.

  3. Anonimo permalink
    junho 7, 2011 9:15 am

    PQP! Que baixaria é essa?????

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